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Um remédio para a educação brasileira


educação empreendedorismo social

Recentemente a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou o resultado daquele que é considerado o maior ranking mundial de educação. A classificação foi estabelecida com base em resultados de testes de matemática, ciências e leitura (que foram aplicados nos países participantes) e não me surpreendeu que entre as 76 nações avaliadas, nós tenhamos ficado na 60ª posição.

Daí que resolvi fazer uma pesquisa rápida na internet sobre o posicionamento do Brasil em outros rankings internacionais de educação, já que desde que entrei na vida adulta ouço o nosso mau desempenho nesse tipo de classificação . Veja o que encontrei:

Depois de alguns minutos de pesquisa resolvi parar, pois estava começando a ficar deprimido. Contudo lembrei que se quisermos construir um país melhor, precisamos antes entender nossas chagas para que assim possamos curá-las. “Mais inquietação, menos aceitação”.

Assim sendo, podemos tirar duas conclusões principais do triste panorama: (1) nosso modelo educacional predominante -- aí incluindo práticas pedagógicas, metodologias de ensino e demais ações -- é extremamente ineficaz e (2) o estado brasileiro –- por meio de seu atual governo e de todos os antecessores –- não possui vontade política e nem competência necessárias para alterar tal situação no curto e no médio prazo (arriscaria que nem no longo). Há aí um diagnóstico de nosso mal educacional: o Estado, responsável pela disseminação e melhoria da educação brasileira, não tem conseguido realizar o seu papel.

O monopólio estatal –- até porque inclusive a educação privada é excessivamente controlada -- tem gerado uma oferta educacional ultrapassada, sem qualidade e que não atende aquilo que é considerado aceitável em termos globais (e, em um mundo plano e globalizado, precisamos nos pautar por padrões globais). Como fiel depositário das esperanças nacionais o estado brasileiro também restringe por meio de leis, marcos e pesada burocracia, uma série de oportunidades que empreendedores poderiam aproveitar para propor soluções inovadoras e modelos educacionais com mais qualidade, eficiência e eficácia.

Penso que é hora de mudanças; está na hora da sociedade apoiar e i